Will be a day lye hidden among another days…
By the way, Londres
Quarta-feira, 11 Novembro, 2009Eu nao costumo ficar falando muito de minha propria pessoa aqui nesse blog, embora o blog seja meu.
Logo de inicio, como voces vem, quero pedir desculpas pela acentuacao e’ que o teclado aqui nessa paragem nao tem acentos… bom devo dizer que esta’ sendo bom nao escrever aqui muito frequentemente, embora dessa vez nao possa dizer que seja porque nao tenha coisas interessantes a dizer, mas apesar de algum material, e’ bom nao inflacionar o que se tem pra dizer (na verdade o mundo padece de um grande inflacao, mas nao estou me referindo as politicas monetarias dos diversos paises em sua interconexao, embora esta tambem nao va demorar para mostrar sua inexorabilidade, a despeito de qualquer politica de cambio e juros).
Como na verdade so poucos amigos acessam esse blog mesmo, embora alguns topicos tenham me surpreendido pelo numero de acessos, como foi o caso do meu resumo do Manifesto do Trabalho, eu falo hoje especialmente para voces, embora eu nao esteja no programa da Xuxa.
Bom, como dizia, esse meu afastamento do portugues me parece ira’ render bons frutos, porque vez por outra eu fico pensando que vai me ajudar afiar ainda mais o gume, cortando melhor o desnecessario.
Mas o proposito deste post e’ acima de tudo esclarecer que poucos lugares podem mudar muito o que ja’ tem senso de essencia, e para mim Londres nao e’ um desses lugares, o que nao a torna menos interessante, afinal cada um vivencia sua experiencia, e nao serei eu a substimar a de ninguem.
Alem disso deixo aqui uma provocacao para que voces reflitam sobre como as coisas parecem pouco mudar em nossas paragens mesmo depois de quatro seculos e agora nao mais circunscritas ao nosso querido estado da Bahia, como provocacao essa e’ minha livre traducao do primeiro quarteto de um soneto de um ilustrissimo poeta luso-brasileiro e se nao sou mais claro aqui e’ porque quero manter o enigma.
In every place a great adviser
who wants to manage the surrounding feelings
don’t know how to take care of their own business
but still give their opinions about what is better for other people
I’m alive
Domingo, 1 Novembro, 2009Walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
The age of gold, yes the age of
The age of old
The age of gold
The age of music is past
I hear them talk as I walk yes I hear them talk
I hear they say
Expect the final blast
Walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
I’m alive and vivo muito vivo, vivo, vivo
Feel the sound of music banging in my belly
Know that one day I must die
I’m alive
“Eu vim viver no Capão” na Rádio Cultura
Quarta-feira, 30 Setembro, 2009Meus caros, como eu havia dito para alguns, meu projeto de conclusão de curso foi selecionado para participar da 14° temporada do Programa do Estudante na Rádio Cutura de São Paulo. Esse programa, como se pode notar pelo numero da edição, é antigo e já ganhou prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) em 2005.
A progaramação deveria ser conferida pela internet, mas até agora eles não colocaram ela inteira. Em todo caso, meu projeto vai passar no dia 7 de novembro deste ano, num sábado ás 10h da matina.
Quem quiser pode conferir pela internet, no site: Rádio Cultura Brasil (AM 1.200 kHz – www.radioculturabrasil.com.br). Depois de passar ao vivo o programa fica disponivel no site. Basta clicar em Programas e procurar por programa do Estudante.
Adaptação
Sábado, 19 Setembro, 2009 para Guimarães e Raduan
A terceira margem do homem é o rio
e o epílogo não torna a água estanque
pois é o próprio rio,
seu meio a meio sem beiras
de sedimentos submersos -
um interior largo
de fundo calado -
que mostra ao seu margeado
o curso/compasso
passo a passo
ou com sobressaltos
do movimento preciso e inexorável do tempo.
Infiel
Sexta-Feira, 18 Setembro, 2009Se conhecesse um poeta
em tempo integral
me convertia
escrevia uns Lusíadas
e declamava
todo dia
em praça pública
Pensamentos e um poema
Quinta-feira, 17 Setembro, 2009Impossível é só o inconcebível!
Todo apego é uma forma de querer se manter vivo, a existência conhece seus limites quando a nada se junta.
Chuva em terra estrangeira:
Longe de casa os dias de chuva não trazem conforto,
mas eu estive em casa algum dia?
(escrevi esse aos 20, acho que vou mudar de idéia)
As palavras que (me) importam
Sábado, 22 Agosto, 2009Densas como o chumbo
mesmo na aerodinâmica das aves
as palavras que (me) importam
como lâminas afiadas
não cortam
se bem manejadas
mas também como punhos
podem empunhar-se
armas;
alquimistas se transmutam
toques
gestos
olhares;
enunciadas não titubeiam
escondidas não disfarçam;
ainda mais indivisíveis que o átomo
são ondas
mas não percorrem campainha
preferem tons mais graves
batem na porta;
mesmo quando amargas
me despertam
e confesso
ás vezes gelo;
como rosas
pétalas e espinhos
completas;
quando as escrevo
ou digo
nada importa
por elas
meu coração e meu delírio
tem um encontro marcado
e nessa estrada
ainda que não haja alcance
eu não faço volta.
(…)
Sábado, 22 Agosto, 2009Incondicional:
Queria que você me amasse
não que você partisse
mas como você não me ama
parta (…)
Incerto:
(…) caso você volte
não garanto estar por aqui.
“O melhor remédio”
Sexta-Feira, 14 Agosto, 2009Para aquelas almas que vagam neste blog quero dizer que estou bastante ausente porque não tenho nada de muito interessante a dizer, naturalmente que poderia me esforçar mais para ter alguma coisa a dizer, mas acho que isso significa inflacionar e, no fim das contas, causar um prejuízo ao poder das palavras. Mas não vou me estender na metalinguagem porque isso é o que tenho feito demais.
Estou colocando aqui do lado um link para um acervo, que vem se montado, de entrevistas realizadas pelo programa de TV Roda Viva. Ele pretende disponibilizar em formato de texto todas as entrevistas já realizadas pelo programa em sua história. Junto com cada entrevista transcrita vem antes um trecho da entrevista transmitida. Considero esse um dos melhores programas da TV e de um certo modo marcou minha adolescência quando buscava ouvir esses inumeros pesquisadores e pensadores e me inteirar mais do que eles andavam pensando, hoje diria dos seus discursos, sobre coisas que também pensava ou que nem fazia ideia de que estavam sendo refletidas.
Mais recentemente pude acompanhar uma entrevista com o médio americano Patch Adams e achei um das melhores que já vi no programa. Não tinha visto o filme, e depois da entrevista é que não quis ver mesmo, então foi uma grande surpresa conhecer a figura. Não vou colocar o link direto aqui porque quem quiser já dá uma olhada no site como um todo e vê como ele é interessante, para quem gosta de discussão e debate fique claro.
Escrito por CardealNordeste
Escrito por CardealNordeste 
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